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Cada acionamento tem uma linha do tempo própria. Ela é o que transforma “alguém resolveu de madrugada” em um registro auditável de quem fez o quê e quando.

Eventos registrados

Como ler a linha do tempo

  • Nomes, não identificadores. A linha do tempo é feita para humanos: ela registra o nome da pessoa envolvida.
  • Origem da ação. Ações executadas por pessoas podem registrar de onde vieram — painel web, e-mail, Slack ou Microsoft Teams.
  • Ações do sistema não têm autor. Escalonamento automático e auto-resolução aparecem como ações do sistema.

Para que ela serve no dia a dia

Passagem de turno

Quem assume o plantão lê a linha do tempo e entende o estado sem precisar perguntar.

Post-mortem

Tempo até o primeiro reconhecimento e até a resolução saem direto do registro.

Diagnóstico de configuração

Escaladas frequentes ou fallback recorrente apontam escala curta ou serviço sem time.

Auditoria

Quem reconheceu, quem assumiu, quem resolveu — com data e hora.
Acionamentos antigos podem exibir mensagens de linha do tempo com vocabulário legado (“incidente” em vez de “acionamento”). O histórico operacional nunca é reescrito — isso é esperado, não é um erro.